Arthur Fils, 15º do mundo, bateu na trave de novo, pela terceira vez em três tentativas, caindo nas quartas de final do Masters 1000 de Monte Carlo nos detalhes para Carlos Alcaraz por 6/4 5/7 6/3 em 2h23min.
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O tenista explicou sua derrota e expressou sua frustração com mais uma eliminação nesta fase neste tipo de torneio. Ele teve 3 a 1 no set decisivo.
“Tive minhas chances, mas não consegui convertê-las. As coisas mudaram muito cedo no final do segundo set. Entre 5/5 e 7/5, apenas alguns minutos se passaram. Eu não sabia como lidar bem com aquela situação. Ele conseguiu e mostrou por que é o campeão que é. Tenho que aprender isso com ele”, disse o francês que parou nas quartas também em Indian Wells e Miami.
“Eu sou louco. É muito difícil perder esses jogos, principalmente quando a disputa é tão acirrada. Se você perde por 6/2, 6/2, bom, é chato, mas você acha que não está no nível e que ainda tem muito trabalho pela frente, mas, nessa partida, eu joguei muito bem. Perdi o foco em momentos em que não deveria.”
Ele tentou comparar com outras quedas: “É totalmente diferente. Não pode ser comparado. Essa derrota dói. Eu nem sei o que dizer.”
“É frustrante porque tive muitas oportunidades, estava na frente no placar e não consegui vencer. Há coisas positivas para levar, mas também negativas. Em uma partida de tênis há altos e baixos. Eu coloquei pressão nele, mas ele também colocou pressão em mim. Ele é um campeão, é por isso que a maioria das lutas acabam sendo a favor dele. Preciso conversar com minha equipe e ver o que posso melhorar para a próxima vez.
Sobre os pontos-chjave da derrota ele apontou: “No 5-5 eu não fui agressivo o suficiente. Eu poderia ter feito melhor, especialmente com o 15-40 e o 30-40. Ele fez dois grandes pontos. Se eu quiser vencer esse tipo de jogo contra esse tipo de jogador, não devo esperar que eles falhem, porque eles não falharão. No terceiro set, comecei muito bem, mas perdi o foco no meu jogo de saque e isso me custou as quebras em 2-3 e 4-3. Aqueles dois jogos não foram bons.”
Ele ainda brincou sobre o futuro e seu sentimento: “Não sei, não sei. Estou trabalhando duro. Eu me esforcei muito. Estou jogando grandes partidas contra grandes rivais. Alguns deles estão entre os melhores do mundo, como Sascha, Daniil e Carlos. Talvez um dia eu passe dessas quartas de final.”









