‘Efeito Djokovic': longas filas e confusão no

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– O ano letivo começa amanhã nos Estados Unidos, mas isto não afasta os estudantes das quadras do US Open, a maioria deles afirmam ter economizado durante as férias e mesmo poupado os “salários” de seus trabalhos de férias para poder acompanhar de perto o do sérvio , segundo relato do Ed McGrogan do portal .com.

Para o jornalista, além da oportunidade de assistir o número um do de perto, os jovens têm a possibilidade de compreender, em tempos de crise, a temática econômica de “oferta e demanda”, proporcionada pelo sucesso do sérvio e também de seus colegas competidores, tanto na chave quanto na

Hoje, 5 de setembro, é “Dia do Trabalho” nos Estados Unidos, e em virtude disto, muitas pessoas estão de folga, o que aumentou o fluxo de pessoas das quadras do Flushing Meadows. Entretanto, os jogos de longa duração e as mudanças repentinas entre a sequência de jogos na Arthur , principal do , e a Louis Armstrong, segunda principal e palco do duelo entre Nole e Aleksandr Dolgopolov, contribuem para pequenas confusões de espectadores que buscavam acompanhar o sérvio em ação.

A Louis Armstrong tem capacidade de receber de 10.103 espectadores, mas hoje às 11h45 da amanhã, horário local, o público foi autorizado a entrar na quadra, mas uma hora e 45 minutos depois, haviam longas filas no National Center, pois o público foi informado da mudança de quadras e relocação de jogos.

Confusões não fazem parte do US Open e apesar das filas, o público afirmava que valeria a pena esperar para acompanhar o de Djokovic “Devo esperar uma hora e 20 minutos daqui, mas verei o jogo”, disse um jovem jornalista .

Ed comenta que a entrada na também ficou confusa, pois muitos expectadores saiam ao descobrir q mudança do local do jogo do sérvio. “Grande parte do público está aqui (US Open) para ver a grande temporada de Nole”, comenta. “Um homem na fila me disse (a respeito da confusão e barulho): É tudo do Djokovic”, contou o jornalista.

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