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Djokovic teve COVID em dezembro e teria direito a isenção, dizem advogados

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Os advogados de Novak disseram, neste sábado, que o número 1 do teve COVID-19 no dia 16 de dezembro e teria direito à isenção médica que o faria entrar na Austrália.

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Julgamento será no domingo à noite 

É o que consta nos documentos que serão apresentados diante do juiz do caso no julgamento que será realizado às 20h de , 10h de na audiência que será remota.
O tenista, mesmo com os documentos, foi impedido de entrar no país, interrogado e obrigado a ficar em um hotel de refugiados desde a madrugada de -feira.

Os advogados relatam no documento que ele tinha o direito de entrar no país baseado na . Os advogados do sérvio vão relatar que a decisão de não dar o visto teve vários erros jurídicos. 
Eles argumentarão que os procedimentos corretos não foram seguidos para revogar o documento – por , questionar se o foi devidamente informado sobre a mudança para cancelar o visto e se ele teve a oportunidade legal de responder.
Outro argumento importante – sugerem os documentos – será sobre se os oficiais de fronteira interpretaram mal a orientação sobre o que constitui um motivo médico para não ser vacinado.

Não houve anúncio prévio de infecção por Covid de Djokovic, que foi confirmada por um teste de PCR em 16 de dezembro.
Mas em 17 de dezembro, Djokovic postou imagens no Twitter de sua aparição sem máscara em uma cerimônia na qual ele foi homenageado com seus próprios selos postais sérvios em reconhecimento por suas realizações.
Não está claro se ele sabia que tinha Covid quando as fotos foram tiradas.

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