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sobre popularidade do Big 3: ‘Sempre me senti a criança indesejada'

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O sérvio Novak Djokovic, quinto da , concedeu uma entrevista ao ‘Failure of the Champion', que é comandado pelo ex- de croata Slaven Bili, e falou de muitas coisas, incluindo se sentia diante de e .

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“Sou um homem com muitas falhas, é claro. No entanto, sempre tentei viver com o coração e as boas intenções e, em última análise, ser eu mesmo”, declarou o sérvio, que explicou que teve muitas de lidar com o que ele chamou de ejeição do público.

“Eu jogava e ainda me sentia como uma criança indesejada. Eu me perguntava por que isso acontecia. Isso me magoava. Depois, pensei que a me aceitaria se eu agisse de forma diferente. Mas também não foi o caso”, declarou ele que chegou ao topo do já diante do auge da e Rafael Nadal.

“Nunca fui tão amado quanto Federer e Nadal porque não era para eu estar ali”, disse ele tal qual em outras ocasiões sobre o mesmo assunto. “Eu era o cara pequeno, o terceiro cara que chegou e disse: ‘Vou ser o número um' Muita gente não gostou disso”, pondera.

No auge de sua rivalidade com Nadal e Federer, Djokovic foi muitas vezes acusado de ser distante e frio com os adversários, mas ele destacou que nada passou da esfera esportiva: “Só porque alguém é meu maior não significa que eu deseje mal a ele, o odeie ou queira fazer qualquer outra coisa em para á-lo. Lutamos pela vitória, e o melhor “.

Questionado se é mais próximo de Nadal, até por um questão de menor diferença de idade, Djokovic buscou ser sincero: “Sempre respeitei tanto ele quanto Federer. Nunca disse uma única palavra sobre eles e nem nunca direi. Eu os admirava e ainda os admiro. Mas sempre me dei melhor com Nadal”.

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