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Djokovic é capa da Business Traveler, fala de tudo e recusa aposentadoria

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O sérvio Novak Djokovic é da capa da última edição da versão americana da Business Traveler para a qual concedeu uma longa entrevista em que fala de negócios, família, serviço social, futuro e tênis. Foto: Novak Djokovic na capa da Crédito: Reprodução Business Traveler

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longo da entrevista, Djokovic fala muito de sua dedicação desde criança ao tênis, das exigências do e da disciplina necessária. O sérvio vencedor de torneios do Grand Slam em com 24 títulos, aponta que o sucesso no de alto rendimento é um produto da busca por inovação e evolução acima de tudo.

“Adoro uma citação que ouvi alguns anos atrás: O maior oponente é sempre a pessoa que você era ontem. ‘Tente ser a versão de si mesmo' é uma espécie de lema de vida para mim. Manter a mente aberta e curiosa, cercar-se das pessoas certas e não tomar nada como garantido”, afirma.

Djokovic fala ainda dos negócios aos quais se dedica, destacando o projeto SILA que tata de saúde e bem estar: “Um dos meus maiores desejos é ver mais pessoas saudáveis ​​e menos pessoas doentes”. O sérvio pontua que acredita que deve haver uma integração entre medicina tradicional e alternativas, que é algo promovido por ele pessoalmente e algumas de suas empresas que fomentam, por exemplo, a prática do ioga.

“Precisamos encontrar uma maneira de equilibrar a medicina convencional com a medicina alternativa. Ambas são extremamente , mas, devido ao ritmo acelerado que vivemos, tendemos a nos esquecer das coisas essenciais para o nosso bom funcionamento”, completa ele que é sócio ao lado da mulher, Jelena, também de um laboratório com sede na Dinamarca responsável por pesquisar e desenvolver remédios farmacológicos. A empresa é a mais avançada na atualidade nos testes para uma medicação específica para tratar COVID.

Como diz desde a época no nascimento de Stefan, seu filho mais hoje com 10 anos, e seguiu ós o nascimento de Tara de 7 anos, a paternidade mudou sua vida e a forma até como vê sua carreira: “Quando me tornei pai pela , tive um forte desejo de um dia ter meu filho, e , mais tarde também minha filha, me assistindo jogar, principalmente em Wimbledon. E que eles tivessem idade suficiente para entender o que estava acontecendo e o que o pai deles estava fazendo”.

“Fui mais do que abençoado por vivenciar isso e reviver isso inúmeras vezes. E estou feliz e orgulhoso de dizer que o torneio do meu filho é Wimbledon. Ele fica absolutamente em êxtase toda vez que vamos e adora estar lá. Então, sim, é sempre uma questão de encontrar novas maneiras de se inspirar. Porque, no das contas, é isso que te faz acordar de manhã”, completou.

A vida agitada no com muitas viagens faz com que Djokovic pemaneça e dedique-se aos filhos sempre que está próximo: “É tão bom poder me envolver totalmente nas atividades com eles e estar presente. Isso me enche o coração de alegria.”

Djokovic fala a maior parte do de sua entrevista de projetos que deve seguir após a retirada do tênis, mas em momento algum usa que podem ser associadas a “aposentadoria” e aos quase 38 anos, parece não apenas em chegar a seu 100º título em nível ATP como buscar por mais.

“O tênis é um esporte em que é preciso cultivar a mentalidade de que nunca é o suficiente. Porque, uma vez que é o suficiente, é o suficiente mesmo, e você tem que deixar a raquete de lado. E eu ainda…” (Ele faz uma pausa). “Ainda não sinto que seja o suficiente para mim.”, completa ele que completa 38 neste mês de maio.

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