Novak Djokovic, número seis do mundo, explicou, em entrevista coletiva, seus problemas físicos durante partida de estreia em Wimbledon nesta segunda-feira onde precisou de quatro sets para derrotar o francês Alexandre Muller e manteve segredo sobre o que conversou com Aryna Sabalenka. Crédito: AELTC
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O sérvio marcou 6/1 6/7 (8/6) 6/2 6/2 sobre o francês Alexandre Muller, vice-campeão do Rio Open.
“Foi ótimo vencer, mas passei a me sentir no meu melhor e jogar o meu melhor no primeiro set para ter muitas chances de quebra no segundo e me sentir o pior em muito tempo. Tive problemas estomacais. Minha energia caiu completamente. Tentei sobreviver em quadra por um tempo. Depois de um tempo, minha energia voltou e voltei a jogar da linha de fundo, como fiz no primeiro set. Dou todo o crédito a ele pela forma como jogou no segundo set, mas estou feliz com a forma como joguei quando me senti bem em quadra”, disse o sérvio.
Brincou e manteve segredo sobre papo com Sabalenka
Nole brincou com Aryna Sabalenka, número 1 do feminino, com a qual treinou antes da estreia em Londres.
“Foi a primeira vez que treinei com ela. Eu diria que qualquer sucesso que ela tenha daqui para frente deve ser atribuído a mim (risos). Brincadeiras à parte, temos um ótimo relacionamento. Sei que ela tem uma ótima equipe por trás dela. Não me surpreende que ela esteja indo tão bem. Adoro a personalidade dela e como ela equilibra seus interesses fora das quadras com a forma como libera sua ferocidade como competidora. Ela merece ser a número 1; ela é muito consistente”, apontou o sérvio que revelou o papo que teve com a bielourrussa.
“Depois do treino, ela me perguntou algumas coisas. Sempre fico feliz em poder compartilhar coisas com alguém. É algo que já fiz muitas vezes com minhas companheiras de equipe. O que conversamos ficará entre nós, e espero que a ajude, mesmo que seja algo que ela já tenha ouvido antes. Talvez ouvir isso de mim tenha um impacto diferente nela. Fico lisonjeada que a número 1 do mundo venha até mim e me peça conselhos e perguntas. É uma posição privilegiada em que me encontro.”









