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Dívidas do Open e garantias chilenas tiraram ATP 250 de São Paulo

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Em entrevista ao Estadão, Luiz Felipe Tavares, da Tavares, que organiza o , culpou o antigo parceiro, a de esportivo Octagon, pelo rebaixamento do . A organização está em dívida.

Tavares contou ao jornal que a antiga parceira visa lucro e diante da apresentação de condições financeiras por parte da organização do torneio no Chile, optou pela troca.

O diretor brasileiro chamou a atenção pelo fato de a diretora geral do torneio em ser a mãe de Nicolas , vice-campeão do Brasil Open de 2018, Catalina Fillol, do ex- Jamie Fillol. “Lá tem dois em ascensão e o promotor do evento é a mãe de um deles. Lá é se nascesse outro Estão entusiasmados, apesar do problemas que estão aparecendo lá”, disse o diretor em referência a nova geração chilena apresentada como substitutiva a vencedora geração de Marcelo Ríos, Nicolas Massú e Fernando González.

A situação econômica do Brasil, segundo a reportagem do jornal, ainda é um problema maior do que a atual situação do Chile, com manifestações que geram uma instabilidade .

A situação econômica do Brasil já afetou diretamente a organização do torneio paulistano, que segundo seu diretor comercial também ao Estadão, José Augusto Gonçalves, tem uma divida de sua última edição em R$ 250 mil em razão do atraso no repasse da este ano.

“Tivemos que repactuar alguns pagamentos. Ajustamos o cronograma de pagamentos ao fluxo de caixa do evento”, declarou ele ao jornal assumindo a existência das dívidas: “Fizemos acordos com os credores. E estes acordos já se encerraram e outros estão em fase final de encerramento. Sobrou muito pouco. Não precisou chegar à Justiça”, relatou Gonçalves à reportagem.

 

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