João Fonseca treinou pela primeira vez em Melbourne, na Austrália, nesta quinta-feira. Até o momento, faltando dois dias e meio para o início da chave principal, o que temos de informação é que o brasileiro irá jogar o primeiro Grand Slam do ano. É o retrato de momento.
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Ele fará o Media Day nesta sexta-feira e trará mais detalhes sobre sua situação após desistir de Brisbane e Adelaide.
O que é certo é que o sorteio da chave para o brasieliro é convidativo. No sentindo que suas duas primeiras rodadas são bem boas partindo do pressuposto que tenha boas condições de jogo. Se não tiver, qualquer adversário fica bastante complicado.
Eliot Spizirri na estreia e depois Luca Nardi ou Yibing Wu na segunda. Claro que terceira fase com Jannik Sinner é um patamar bem mais elevado e até um teste caso o brasileiro chegue até lá, algo ainda muito distante para hoje em dia. Se partimos da ideia que em 2025 o brasileiro não passou da terceira rodada nos Slams, imaginemos que no momento a terceira fase de fato é o limite do brasileiro. Ainda mais da forma como começa em 2026, com problemas físicos e dúvidas.
Olhando o cenário, alcançar a terceira rodada seria uma baita vitória a depender dos fatos pois uma lesão crônica leva a muitos variáveis e questões que só o tenista e sua equipe podem saber e resolver no momento.
Vamos esperar que ele evolua bem e esteja em boas condições. Se não tiver, melhor se preservar.
A chave de Bia Haddad também é bem interessante com Yulia Putintseva, longe da boa fase, na estreia, e uma Marta Kostyuk que pode ser bem difícil após fazer final em Brisbane na segunda rodada. A brasileira tem terceiras rodadas nos últimos anos no evento e fez uma boa estreia no ano em Adelaide apesar da derrota. Em outro cenário, sem pressão por ranking e resultados, jogando mais solta, a brasileira pode surpreender. E assim que precisa jogar. Sem pressão.









