Crédito: Jimmi48
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Bouchard diz que não quer um funeral em sua

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Está chegando ao fim a carreira da Eugenie Bouchard, ex-, que definiu sua despedida oficial das quadras de tênis a disputa do WTA 1000 de Montreal, sua cidade natal.

Campeã de Wimbledon no em 2012 e vice-campeã profissional em 2014, Bouchard se retira oficialmente do esporte aos 31 anos. Na temporada passada, Bouchard já havia parado de disputar o para jogar Pickelball pela liga profissional americana.

“Eu recebi uma onda de apoio e muitas pessoas me procuraram, e vi tanta positividade no universo”, disse Bouchard ao conversar com jornalistas em e falar sobre as pessoas receberam seu anuncio de aposentadoria definitiva. “Eu pensei: ‘OK, esperem, me deixem aproveitar este É um momento tão único na minha vida e algo que nunca fiz antes e nunca mais farei — a menos que eu me aposente do meu trabalho de escritório daqui ‘”, completou.

“Estou ansiosa por isso. Quero aproveitar cada momento de amor, de tênis, das coisas difíceis dentro de quadra, das coisas incríveis fora dela. Quero que seja uma celebração, não um funeral, e ver todo mundo”, destacou.

Bouchard vinha construindo uma das carreiras mais promissoras de sua geração, somou semifinais em Roland Garros e Wimbledon, mas um no vestiário do US Open em 2015 a prejudicou muito. Na ocasião, Bouchard escorregou no vestiário ao pisar em uma quantidade incerta de podutos de limpeza no chão e sofreu uma concussão – uma lesão cerebral causada por impacto.

A canadense foi obrigada a abandonar o torneio naquela ocasião e teve muitas dificuldades de recuperar seus reflexos de atleta. A chegou a comentar em 2017 que em muitos momentosela passava a ter “brancos” oriundos da concussão. Em decorrência do incidente, a tenista processou a Federação americana (USTA), que pe a organizadora do US Open, e venceu o .

Campeã do WTA de Nurnberg () em 2014, Bouchard ainda acumulou vice- em Guadalajara (México – 2021); Istambul (Tuquia -2020); (Austália) e Kuala Lumpur (Malásia), ambos em 2016.

Em 2016, Bouchard defendeu o Canadá nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e na coletiva em Washington apontou este momento como um dos mais altos de sua carreira:

“Foi uma experiência realmente especial para mim. Olhando para trás, não acredito que quase não joguei, porque na época era o vírus Zika. Estou muito feliz por ter persistido e jogado, porque eu teria me arrependido”, declarou.

“Qualquer que ganhei foi um momento positivo. Jogar em lugares muito legais, como em Roma, na quadra da estátua, com uma torcida enorme. Jogar diante da torcida sempre foi muito especial, além de interagir com os fãs depois das partidas. Sempre reservo um tempo para fazer isso e os admiro, porque eles nos dão um emprego. Acho que eles também me admiram por isso”, destacou Bouchard ainda sobre os bons de sua carreira.

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