Por Bárbara Galiza, direto de Buenos Aires – Na verdade, essa é a minha primeira vez como jornalista em um evento desse porte. Então, me perdoe se eu pedir para tocar no cabelo do Juan Monaco. Deslumbração momentânea – e realmente parece macio!
Cheguei em Buenos Aires ontem à tarde, mas não tive tempo de passar no complexo. A oportunidade só surgiu hoje. Logo pela manhã, fui no Buenos Aires Lawn Tennis Club, onde o torneio é realizado. Tirei foto, peguei minha credencial e fui conhecer o clube.


O complexo é muito maior do que eu esperava. O meu senso de direção não me ajudou e eu fui parar na “cozinha” (área onde a comida que é vendida nos estandes é preparada) duas vezes. Não contei o número de quadras de treino, mas tinha, no mínimo, 15.


O clube respira história. Ele foi construído na época em que a Argentina era uma das maiores potências mundiais e esbanjava dinheiro. A arquitetura do clube é muito rebuscada. Se não fosse pelo calor que está fazendo aqui, diria que ele é muito agradável.


O lugar é bem cuidado: cheio de flores e pequenos detalhes. Pela boa localização (Palermo, o equivalente a uma Ipanema no Rio de Janeiro), imagino que o clube seja frequentado pela classe alta argentina.
O que me chamou a atenção foi como os membros do Buenos Aires Lawn Tennis Club tem a chance de bater bola pertinho dos tenistas que participam da competição. Vi quatro senhoras jogando uma partida de duplas animadas enquanto o argentino Horacio Zeballos (97º do ranking), e que ganhou do David Nalbandian em Santiago (Chile), praticava na quadra ao lado.
A minha maior dúvida no fim da visita ao complexo foi: se eu pular na piscina para os membros, ele tirarão a minha credencial ?
Hoje, irei assistir as partidas noturnas. Bloggarei mais tarde. Até mais!









