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Haddad faz lembrar a linda história de Maria Esther no US Open

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A boa atuação de no US Open, classificando-se para jogar as de do grande torneio norte-americano nesta -feira, contra a tcheca Karolína está fazendo a imprensa esportiva anunciar que desde Maria Esther Bueno, em 1968, uma brasileira não ia tão longe no Slam norte-americano. 

Em 1968 Maria Esther, paulistana como Bia Haddad, não alcançou apenas as quartas do US Open, mas foi além e chegou à do torneio, quando perdeu em três sets para a norte-americana Billie Jean King, então melhor do . Maria tinha voltado ao circuito havia três e jogava à base de analgésicos ós um afastamento de nove devido a uma grave lesão no cotovelo (tennis elbow) sofrida em no ano anterior. Na verdade, a história de Maria Esther no US Open começara havia uma década.

Naquele revolucionário 1968, primeiro ano da chamada Era Aberta, ela já acumulava quatro títulos de no grande torneio norte-americano (1959, 1963, 1964 e 1966), além de ser vice-campeã em 1960, semifinalista em 1962 e 1965 e quadrifinalista em 1958, quando, aos 18 anos, estreava no torneio – então denominado Forest Hills e disputado em quadras de grama.

Como não jogou o US Open em 1961 por estar com hepatite e em 1967 devido ao tennis albow, 1968 representou sua nona participação no torneio, o Grand Slam em que manteve o melhor desempenho dentre todas as de sua época, performance decisiva para que fosse considerada a em 1959, 1960, 1964 e 1966.

Maria Esther também era eximia duplista – categoria em que também foi a melhor do mundo, em 1960 – e obteve outros quatro títulos no US Open nessa modalidade: em 1960, 1962, 1966 e 1968; além de ser vice-campeã em 1958, 1959 e 1963, e vice-campeã de em 1958 e 1960. Ou seja, a brasileira disputou, somando-se simples, duplas e duplas mistas, 14 finais no US Open.

Se formos falar também de suas memoráveis atuações em Wimbledon e em outros grandes torneios, precisaríamos de um livro. E por falar em livro, “Maria, a vitória da arte”, a aguardada biografia de Maria Esther Bueno, está entrando em gráfica e será lançada no início de outubro, em São Paulo. Com cerca de 400 páginas e 46 fotos belíssimas, a obra da Editora Verbo Livre conta, em detalhes, a e a carreira da maior latino-americana de os tempos.

A edição será limitada. Quem quiser garantir seu(s) exemplar(es) deve entrar no site da Kickante e participar do financiamento coletivo. Haverá lançamentos presenciais, mas quem preferir poderá receber os livros em casa, com a dedicatória do autor e sem despesas de correio. O legado de Maria Esther Bueno precisa ser conhecido. Em detalhes.

https://www.kickante.com.br/pre-venda-coletiva/maria-esther-bueno-a-vitoria-da-arte

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