Crédito: Beatriz Ruivo/FPT
Crédito: Beatriz Ruivo/FPT

comemora vitória e analisa novo momento na carreira

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, número 69 do mundo, celebrou sua primeira vitória em chaves principais desde setembro ao avançar no 125 de Oeiras, em Portugal, evento com premiação de quase 200 mil euros, jogado no saibro.

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A brasileira passou pela portuguesa Francisca Jorge, 189ª colocada, por 6/4 7/6 (7/3): “Estou , foi um jogo duro. Consegui jogar bons pontos, primeira rodada, ela jogando em casa, acredito que seja um momento de ansiedade, frio na barriga. Feliz de estar de volta aqui em Portugal, feliz de ter competido, vamos melhor a cada dia, a cada ponto para tentar fazer a semana ser a mais longa possível”, disse a brasileira que lembrou de outro momento em Portugal, logo após a pandemia, que serviu de base para treinos e vários torneios. Ela ficou suspensa por doping e usou os eventos no país para recuperar o ranking pouco depois da paralisação pela Covid-19.

“Portugal é um lugar epsecial no meu coração. Passei um momento duro da minha carreira aqui, a Federação Portuguesa me ajudou, o Vasco na época me ajudou bastante. Tive oportunidade, fiz bastante , ganhei alguns títulos, foi especial. Estava com minhas amigas a Carol e a Ingrid. Tentamos nos ajudar sempre da forma que dava e elas também foram importantes nesse momento para mim.”

Bia destacou que vem encarando o momento como um recomeço. Seu ranking voltou a cair, ela demitiu o treinador Rafael Paciaroni em fevereiro e está em testes com Carlos Comet, que trabalhou com Svetlana Kuznetsova, Daria .

“Guardo essas lembranças e memórias não só jogando essa semana. Todo recomeço e momento difícil ele passa e precisamos ser fortes para encarar com coragem. Vejo esse momento uma oportunidade de ter coragem e enfrentar os novos desafios”.

Bia ficará na , bem perto da , pelo nos próximos três meses onde jogará pela . Ela comentou sobre isso e a relação inicial com o treinador: “É um momento diferente pra mim. Desde do ano passado lidei com bastante derrotas que me frustraram muito. Então claro quer mentalmente o principal é construir uma base competitiva, estar sólida. Quanto mais jogos eu fizer, melhor. Acabei tomando decisões de meu time, ambiente, estar próximo da Europa, comecei o com o Carlos. Um dos nossos objetivos é eu estar um pouco mais constante, desfrutar dos momentos duros do jogo, lembrar que mutio duro para esses momentos. E que é um privilégio jogar esses torneios. É um momento novo, estou muito motivada, muito animada, muito curiosa de aprender de toda a experiência que o Carlos tem também. Carlos é uma pessoa muito especial, muito família também. Estou gostando de estar perto”.

“Esses três primeiros meses vamos jogar pela Europa, vamos nos adaptar, então fica mais fácil de voltar do que ir pro Brasil. Sair da zona de conforto é algo importante pro . Claro que em São Paulo minhja é muito boa, tem minha família, amigos e namorado, mas tem horas que precisamos abrir mão de algumas coisas para poder conquistar aquilo que a gente quer. Estou 100% focada no tênis com todas as pessoas que eu amo do meu lado mesmo à distância. Daqui a pouco volto pro Brasil de novo, mas minha base agora é na Europa”.

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