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Bellucci e Feijão destacam efeito em suas carreiras

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Por Fabrizio Gallas – Nesta , dia 3 de dezembro, completa de sua vitória na da Cup que o fez alcançar o topo do no dia seguinte. Dois dois maiores do país atualmente exaltaram o ídolo.

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, número 37 do ranking e que carrega a bandeira número 1 do após a de Kuerten em 2008 destacou a importância do catarinente que ficou 43 semanas na liderança: “Guga representa muita coisa, não só pra mim, mas pro tênis brasileiro. Ter no passado o número 1 do mundo com a falta de infra-estrutura que tivemos é inacreditável,” disse.

“Tem países com estrutura muito que a nossa e nunca conseguimos virar número 1 do mundo. O que ele representa como carisma, como figura, ele traz muita motivação e inspiração e devo muito a ele pelo que o tênis representa na minha e pro país, o tênis depois do Guga foi totalmente diferente”, apontou o tenista treinado por João Zwetsch, coordenador da academia Route e também capitão da

Atual terceiro do Brasil, João Souza, o Feijão, treinado por Ricardo Acioly na Acioly Tennis Team, começou a jogar aos nove anos, três anos antes da çanha de Kuerten em : “Foi o maior da história do tênis brasileiro, nosso primeiro número 1, é pra poucos o que ele fez, impagável o que ele fez por nós e pro tênis brasileiro. Me marcou muito tudo o que ele fez, essa chegada ao topo e as conquistas nos “.

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