A Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) publicou um comunicado resumindo as expectativas financeiras e de crescimento do circuito nesta nova temporada (mais aqui) e aproveitou para explicar as principais mudanças que o circuito profissional terá visando o bem-estar dos jogadores e inovações tecnológicas.
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A primeira alteração é a flexibilização do calendário e no ranking. A partir de agora, conta para o ranking da ATP 18 torneios, um a menos que no período anterior, que é justamente um ATP 500. Outra parte da flexibilização é que os pontos conquistados pelos tenistas entre o fim do Masters de Paris e o início do ATP Finals contarão para a ‘Corrida ao Finals', que define os oito participantes do ATP Finals a cada ano.
Há uma mudança a respeito de lesões, no caso de tenistas que perderem dois torneios de entrada direta consecutivamente por conta de lesões, falando de Masters 1000 e Grand Slams, poderão substituir esses ‘0 pontos' por pontos conquistados em torneios subsequentes.
Ainda falando de pontos de torneios obrigatórios do Masters e do ATP 500, as desistências feitas por atletas para o nascimento ou adoção de filhos serão dispensadas de perdas de pontos no ranking.
A ATP ainda destaca a aplicação de uma nova regra de calor que será aplicada em todos os níveis visando preservar a saúde dos atletas. O novo protocolo apresenta condições para suspensão ou mesmo readequação dos jogos dadas condições extremas, que consideram não apenas a temperatura ambiente, mas a vivia em quadra.
A associação ainda destaca a manutenção do programa de enda mínima dos atletas, que em 2025 distribuiu US$ 2 milhões aos 250 melhores do mundo. O comunicado pontua que a exemplo dos Masters , os torneios nível 500 também adotarão programa de divisão de lucros com os tenistas.
ATP ainda promete: “Um novo Programa de Proteção será lançado em todo o ATP Tour e Challenger Tour, criando uma estrutura global, sensível ao trauma, para prevenir e lidar com abusos e má conduta”.









