Roger Federer, número seis do mundo, se mostrou conformado com sua derrota nesta quinta-feira nas quartas de final do ATP 250 de Doha, no Qatar, no que foi sua segunda partida após 405 dias de inatividade por duas cirurgias no joelho.
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Sonho realizado. Basilashvili vibra
“Acho que partidas são importantes. E o que virá antes da grama, no saibro. Não tenho escolha a não ser jogar no saibro. No fim das contas tudo leva à grama, o que me fizer ficar 100% até lá, eu farei”, disse Federer após a derrota por 3/6 6/1 7/5 para o georgiano Nikoloz Basilashvili.
“Estou feliz que fui capaz de jogar duas partidas seguidas em melhor de três sets contra jogadores top. Isso foi um grande passo para mim. Não estou 100% ainda. Posso sentir assim. Importante é estar 100% na grama. Esse é o objetivo. Estou feliz como me senti em quadra”.
“Honestamente esperava me sentir assim. Senti dores musculares nos ombros e em volta. Acho que vem pela pressão. Nos jogos você dá uns 5% a mais, não sei o que é”, disse o suíço que não mostrou preocupação com as dores.
“Não estive com medo de levantar hoje. Minhas costas estavam um pouco travadas, senti o ombro. As pernas estavam bem, isso foi o positivo. Um dia a mais de descanso ajudaria muito”.
“Fiquei satisfeito em como me senti na partida. Faltou um pouco de explosão. Basilashvili é um dos que bate mais forte, sabia o que fazer para vencer, tentei, só não tenho ainda todos os recursos, mas as intenções foram boas”.
“Acho que o Basilashvili joga diferente do que o Dan (Evans). É por isso que eu tenha tido mais dificuldades”.
Sobre o balanço geral de Doha ele disse: “Acho que foi tudo positivo. Não sei o que poderia ter sido melhor. Talvez feito o match-point de hoje. Mas não sei se precisava de outro jogo para saber onde estou”.
O tenista vai pensar nas próximas 24h se joga ou não o ATP 500 de Dubai, nos Emirados Árabes, que começa na próxima semana: ‘Não decidi ainda. Vamos decidir essa noite ou até amanhã. Não quis conversar sobre isso ontem, o importante era descansar. Se eu não jogar Dubai vou precisar de quatro ou cinco semanas de treinos. Provavelmente talvez mais”.









