Sorteio nada agradável para João Fonseca dar a largada na temporada de 2026 no ATP 250 de Brisbane, na Austrália. O carioca terá Reilly Opelka como primeiro adversário na segudna ou terça-feira – que pode ser noite de domingo ou segunda por conta do fuso horário de treze horas em relação ao Brasil.
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Òpelka é 52 do mundo, mas tem dos mais poderosos saques do circuito com mais de 4000 aces na carreira e média de 64% de primeiros serviços. Ou seja, logo no primeiro jogo do ano, ainda sem ritmo, a devolução do brasileiro será posta à prova. E seu serviço também. É o típico jogo sem ritmo, costuma ser chato de saque, devolução, primeira bola, definição do ponto. Poucas trocas. João precisa botar a bola em jogo nas respostas e fazer o adversário jogar para levar vantagem e variar seu saque, evitar deslizes. Qualquer quebra que levar a chance de reverter será muito pequena. É um jogo no limite. De pressão. E logo para abrir o ano.
Superando esse enorme desafio, Altmaier, tenista experiente, ou um qualifier ainda a ser conhecido, nas quartas Medvedev que dispensa comentários, mas pelo menos é mais jogável que Opelka, dá ritmo, e semi contra a confiança de seu rival Tien ou a competência do campeão Lehecka.
É uma chave pra lá de desafiadora e complex, mas um bom teste para começar o ano. Se der tudo errado, pelo menos o carioca terá outro preparatório pela frente em Adelaide. De olho no que realmente importa que é uma boa campanha no Australian Open.
É aquela coisa. João é 24 do mundo, já passa a ser cabeça de chave em alguns dos ATPs e será no Aberto da Austrália. Não terá vida fácil e a pressão vai bater em sua porta ao longo de 2026.
Só que Opelka pra começar o ano é bem indigesto viu…









