O sérvio Novak Djokovic, tricampeão de Roland Garros, conversou com os jornalistas na noite deste domingo em Paris, após conquistar uma virada diante do gigante francês Giovanni Mpetshi Perricard na primeira rodada do torneio.
Djokovic foi questionado sobre ter quebrado o recorde do suíço Roger Federer em número de partidas jogadas nos Grand Slams ao iniciar a coletiva: “Para ser sincero, não costumo contabilizar o número de partidas que joguei, mas é uma estatística interessante. Uma vez em quadra, foi uma partida muito difícil, principalmente no aspecto mental. Tive que manter o controle dos nervos nos momentos decisivos, algo que não consegui fazer no primeiro set”.
Djokovic perdeu o primeiro set e foi questionado sobre como buscou a virada: “Depois desse momento, tudo correu muito bem. A partir desse momento, consegui antecipar os movimentos do meu adversário com muito mais facilidade. No primeiro set, não tive a menor chance; o saque do Giovanni é um dos mais incríveis em termos de precisão e velocidade que já vi. Às vezes, você só precisa esperar e torcer para ter sorte. Para ser sincero, ninguém quer enfrentá-lo no torneio. Se ele conseguir melhorar alguns aspectos, poderá ter um futuro brilhante.
Com recém completos 39 anos, Djokovic foi questionado como está sendo vencer jogos com essa idade: “Com o passar dos anos, tudo fica mais difícil, claro. Para mim, certamente não é a melhor estratégia vir aqui jogar Roland Garros, onde espero esse tipo de partida em todas as rodadas. Na verdade, não fazia parte dos planos, mas é uma situação que tive que aceitar devido às circunstâncias; é o que é”.
O sérvio deixou claro que está disposto a buscar o tetracampeonato em Paris, mas não depende apenas na própria vontade: ““Tive que me preparar muito bem para chegar aqui a Paris, um lugar onde sempre quis vir e ter um bom desempenho. Agora, só nos resta ver como meu corpo reage, mas também preciso atingir o nível de jogo que almejo, embora saiba que tudo isso faz parte do processo”.









