A ucraniana Eline Svitolina, 10 do ranking da WTa, confirmou sua grande fase ao superar a polonesa Iga Swiatek, terceira da WTA, e se garantir na final do WTA 1000 de Roma, na Itália, onde oito anos depois busca o tricampeonato diante da americana Coco Gauff.
Bicampeã do torneio em 2017 e 2018, Svitolina precisou de 2h16 para fechar o placar em 6/4 2/6 6/2, tendo convertido o mesmo número de aces da polonesa, dois, e venceu 64% dos pontos jogados com seu primeiro serviço a 63% da polonesa, tricampeã em Roma (2021, 2022 e 2024). Principal tenista em termos de salvar breakpoints em jogo nesta campanha na capital italiana, Svitolina salvou 11 dos 16 breakpoints que enfrentou no jogo, enquanto Swiatek salvou três em nove.
O primeiro set teve um início das duas tenistas trabalhando bem seus games de saque e buscando serem agressivas a cada oportunidade. Swaitek cometeu erro e parou no forehand de devolução de Svitolina que quebrou de zero no 4º game, mas não confirmou na sequência. Com tudo igual no placar, as bolas cruzadas da ucraniana fizeram a diferença entre o 8º e 10º games, em que as tenistas trocaram quebras, mas Svitolina ficou na vantagem e saiu vencendo a partida.
Com um set abaixo, Swiatek trabalhou com muita efetividade buscando a paralela e abriu 3/0 com duas quebras de saque. Svitolina não se rendeu, vendeu caras as quebras que sofreu e seguiu tentando pressionar a polonesa, que ficou na rede e em belo backhand cruzado devolveu umas das quebras no 4º game, voltou a ter seu saque quebrado, mas foi se recuperando para a disputa do set decisivo.
Nele, a ucraniana abriu sendo pressionada, salvou três breakpoints e confirmou após longo game de disputa. Firme com forehand na segunda bola, Svitolina quebrou o saque de Swiatek na sequência e confirmou 3/0 salvando novo breakpoint. A polonesa não se rendeu, furou possibilidade de pneu e seguiu tentando pressionar a ucraniana em quadra, mas voltou a ser quebrada no 8º game e acabou derrotada.
Na grande final, Svitolina encara a norte-americana Coco Gauff, 4ª da WTA, a quem já enfrentou cinco vezes no circuito profissional e venceu em três oportunidades.









