Único jogador a ser bicampeão do Rio Open, Sebastian Baez, 32º do mundo, foi superado, na noite desta terça-feira, na estreia do maior torneio da América do Sul caindo diante do português Jaime Faria, que entrou como lucky-loser, por 7/5 6/1.
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Em conversa com os jornalistas após o revés, o argentino respondeu sobre a possível mudança ao piso duro que vem sendo conversada entre a ATP e tanto o torneio do Rio Open como Buenos aires na reformulação do calendário prevista para 2028 com a entrada do Masters 1000 da Arábia Saudita.
João Fonseca levantou a bandeira da mudança de superfície pedindo a troca de piso para o Rio Open se fortalecer e Baez repercutiu de forma contrário à opinião do brasileiro.
“Para mim essa gira sempre foi do saibro. Se querem mudar para o cimento é um tema de negócios, eu me ponho do lado dos organizadores dos torneios que querem melhores jogadores, mas é bom ver também se eles vêm para a América do Sul, tão longe, os europeus, vem alguns, mas não tantos, brigando com Acapulco, com o Qatar. É uma gira no saibro e deveria ser sempre”, disse o jogador que perdeu sua série de dez vitórias na capital carioca.
“Foi uma noite muito ruim, meu tênis não foi capaz que vinha sentindo, vinha em um bom início de ano. O ano recém começou, tenho muito a melhorar, mas ainda tem muita coisa adiante”, disse o jogador que deixará o top 50 do ranking que minimizou o fato de ter feito semifinal em Buenos Aires e ter chegado apenas no domingo para treinar: “Vem um pouco queria ir bem, queria sentir-me bem na quadra aqui, não passou em nenhum momento. Não sei se é assim , cheguei cedo no domingo, deu tempo de treinar. hoje mais que nada sabia o que iria enfrentar, simplesmente não foi hoje”









