João Fonseca, número 38 do mundo, comemorou sua vitória de estreia no Rio Open, que foi sua primeira vitória na temporada que não teve um início bom para ele com a lesão nas costas e as derrotas no Australian Open e Buenos Aires.
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Em duelo brasileiro contra Thiago Monteiro, ele venceu por 7/6 (7/1) 6/1 na noite desta terça-feira: “Me sentindo bem uma vitória difícil, jogo muito difícil, começo muito tenso dos dois lados os dois conseguindo fazer bons games de saque, ele foi me deixando sem entradas nos games de saque dele, fui fazendo o meu, fui ficando, ficando e no tie-break consegui elevar o nível, fiz meu jogo confiante, agressivo. Entrei em quadra com mentalidade muito boa, confiança boa, torcida me ajudou muito, suporte. jogo muito mental. Feliz de ter enfrentado super bem”, disse o carioca de 19 anos que foi perguntado se tinha destravado seu jogo a partir da vitória no tie-break da etapa inicial.
“Acho que estava bem destravado desde o começo, consegui fazer mais pontos com ele sacando, eu devolvewndo, ser bem agressivo, deixou eel bem mais acuado, eu devolvendo mais dentro contra ele para não deixar ter muito ritmo, tempo de bola para entrar com minha agressividade. O tie-break foi o resultado do que começou o jogo, ele se safando porque estava sacando bem e a primeira bola dele muito boa. Mesmo nos games eu conseguia colocar a pressão nele”.
O tenista destacou a importância da dupla na segunda-feira com Marcelo Melo e ter feito seu melhor jogo do ano até aqui: “A dupla com certeza me ajudou bastante a ter mais ritmo, sentir o ambiente da quadra central e ao mesmo tempo conseguir sacar, fazer a primeira bola, devolução. Foi mais uma coisa que consegui fazer pra hoje”, apontou: “Físico, mental me senti mais preparado, confiante. Em Buenos Aires mais tensão que o normal, em termos de jogo foi o que me senti melhor, com certeza”.
Depois de dois anos, João voltou a vencer no torneio que acompanha desde pequeno e que o projetou em 2024 com quartas de final. Ele apontou o quão foi especial o triunfo: “Foi muito especial, é um torneio que tenho uma história muito legal, amigos, família, todos aqui torcendo, conseguir fazer uma vitória aqui depois de dois anos e vamos ver se conseguimos passar das quartas, vamos jogo a jogo”.
Seu próximo passado será contra o amigo peruano Ignacio Buse, 91º colocado, de 21 anos: “Ele é um grande amigo, estamos juntos desde a época de Cosat, ele jogava 16 e eu 14 anos ,só que sempre nos encontrávamos, nos esbarrávamos. É um trabalhador, acabou de entrar no top 100, sabemos que ele gosta da superfície e do nível que consegue jogar. Ele será o underdog da partida, sem pressão nenhuma. Eu estou confiante, depois dessa primeira rodada foi bom me sentir em casa, estar na Central novamente.”









