Tomas Etcheverry, cabeça de chave 8, estreou com vitória no Rio Open ao eliminar o semifinalista do ano passado, o compatriota Francisco Comesana por 3/6 6/3 6/4.
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Ele foi questionado sobre a opinião de João Fonseca que sugeriu uma troca de mudança de piso para o rápido para melhorar o status da competição e compartilha com o que o carioca pensa.
“Não me desagrada. É preciso fazer algo para que no futuro essa gira siga sendo o que é, se for pro cimento possa ser mais fácil para outros jogadores possam vir. Que não haja tanta mudança de superfície para depois jogarem os Masters 1000 e possam vir aqui tranquilamente”, disse o argentino.
Esta é a primeira edição do Rio Open sem um top 10 e o principal jogador é o 19º do mundo, o argentino Francisco Cerundolo.
O presidente da ATP, Andrea Gaudenzi, está pela primeira vez no torneio para discutir o que fazer a partir de 2028 com a chegada do Masters 1000 da Arábia Saudita onde cogita-se colocar justo para fevereiro. O mês já contempla os ATPs 500 de Doha e Dubai. No primeiro estão jogadores como Carlos Alcaraz e Jannik Sinner e ainda tinha Novak Djokovic que desistiu dias antes do evento começar.
Etcheverry comentou sobre a conversa entre os atletas nos bastidores: “Nós jogadores estamos conversando, obviamente alguns estão de acordo, outros não, mas bem, vamos ver. Entendo que a tradição desses torneios seja no saibro, mas é uma realidade que fizeram sempre aqui e verão se será o caso de trocar de superfície ou não, mas bem, algo tem ser feito”.
O argentino também opinou sobre uma possível mudança de Buenos Aires. Corre nos bastidores a possibilidade de troca de piso do torneio e/ou alteração para um ATP 500: “Eu não vejo pois não vejo estrutura, mas da forma como vejo tudo, seria conveniente”.









