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Com Djokovic, domingo promete ser histórico no tênis

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Por Carlos Em um jogo muito esperado de muitas apostas, Djokovic mostrou que além de muito tênis ainda tem muito físico para dar. Se classificou para a final de Roland Garros  e receberá mais uma vez os holofotes do tênis mundial.

Em caso de título o sérvio voltará a ocupar a primeira posição do ranking mundial e passa a ser o maior ganhador de da história do tênis.

O jogo da semifinal de -feira apontou algumas tendências como a chance de Novak Djokovic se distanciar de Nadal e Federer no número de e se tornar o homem a ser batido por muitos e muitos anos. O que pode suprir a falta dos grandes rivais Nadal e Federer como motivação para ele seguir jogando por mais alguns bons anos, já que demonstra que seu físico excepcional e todo o seu profissionalismo e preparação para as competições devem lhe permitir seguir competitivo por muito

Djokovic já mostrou que os números são um grande combustível para sua carreira e pode se utilizar deles como motivação para seguir trabalhando em busca de marcas inimaginadas.

Já o resultado da semi a dar indícios de que o carismático jovem Carlitos tem um calcanhar de Aquiles proeminente.

Os problemas físicos que o afastaram de competições no final do ano passado e início deste ano e o tiraram da do Australian Open, voltam a mostrar uma fragilidade em meio a todas as qualidades que o apontam como um dos candidatos a substituto dos gigantes do Big  3.

Para o jogo de hoje o espanhol já entrou bem diferente do normal e seu sorriso fácil dava lugar a uma visível tensão e o devido a experiência do adversário.

Djokovic entrou em quadra com toda a sua experiência parecendo um maratonista queniano, administrando sua energia e guardando seus melhores golpes para chave como os break-points.
Um primeiro saque aberto no lado das vantagens guardado apenas para os breaks, indefensável como quem guarda as informações para as estatísticas da equipe do que virá na final. Trabalho que é levado muito a sério pelo sérvio e sua equipe.

Djokovic será franco e nem ao a pressão da importância do jogo na história do tênis deve interferir em seu desempenho.
O sérvio foi vítima do nervosismo de uma das partidas mais da história vividas por um .
Em 2021, Djoko havia vencido os três primeiros Grand Slams do ano (Austrálian Open, e Wimbledon), fato que não ocorria a 52 anos. vinha de 27 vitórias seguidas e além de passar Nadal e Federer em número de Grand Slams , repetiria o maior feito do tênis mundial de vencer os quatro maiores torneios do no mesmo ano. Feito alcançado apenas por dois tenistas na história: o Don Budge em 1938 e o australiano Rod Laver em 1962 e 1969.
Nitidamente afetado por suas emoções foi vencido por Danil Medvedev por um triplo 6/4. Demonstrando a anormalidade da situação já que ele coleciona muito poucas derrotas por 3 sets a zero em melhores de sets.

A dura experiência certamente será mais um norte para as escolhas de estratégia e tática, além da energia e ritmo que certamente será ditado pelo vencedor de 22 grand Slams a exemplo de Rafael Nadal.

Parece realmente muito difícil de esse acontecimento histórico não ocorrer neste domingo.
Mas tênis é tênis e não há previsões seguras antes do segundo quique da bola no Matchpoint.

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