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ITF informa aumento de 30% no número de testes anti-doping em 2017

Terça, 30 de janeiro 2018 às 16:20:00 AMT

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Tênis Profissional

A Federação Internacional de Tênis (ITF) divulgou um relatório sobre as amostragem retiradas com jogadores dos circuitos WTA e ATP de tênis, sob aba de legislação da Agência Mundial Antidoping (WADA), que regulariza quase todos os esportes.



A ITF divulgou que na comparação entre os testes feitos em 2016 com os de 2017 em competição, o número de exames de urina cresceu 56% em pulou de 1.987 para 3081 exames, sendo realizados 1854 nos jogadores da ATP e 1227 nas atletas da WTA.

Foi em um destes exames, realizados durante o ATP de Bastad, na Suécia, que o brasileiro Thomaz Bellucci atestou positivo por hidroclorotiazida e foi afastado por cinco meses após acordo com a ITF.

Bellucci foi um dos seis atletas brasileiros testados no decorrer de 2017. Além dele, Rogerio Dutra Silva, Marcelo Melo, Bruno Soares, Beatriz Haddad Maia e Ymanitu Silva foram sorteados e testados pela ITF.

A lista de todos os atletas, que inclui nomes como Novak Djokovic, Alexander Zverev, Andy Murray, Roger Federer e outros testados em 2017, é possível verificar aqui. Estão todos, homens e mulheres, separados apenas por nações.

Os testes de sangue retirados durante competições tiveram aumento de 65% e saíram de 252 em 2016 para 425 em 2017, sendo 205 para os homens e 210 para mulheres.

No ano passado, 313 testes foram feitos no programa de Passaporte Internacional Antidoping, chamado de ABP. Foram 158 homens e 155 mulheres. 145 testes a mais que em 2016

Fora de competição, em 2017, foram realizados um total de 841 exames de urina, 819 de sangue e 824 pelo sistema ABP.

Em todo o ano foram realizados entre homens e mulheres 6.293 testes anti-doping contra 4.899 em 2016.

Além de Thomaz Bellucci, o holandês Jake Mak atestou positivo em um teste de sangue, refutou o exame e foi punido com 2 anos de suspensão; A tcheca Katerina Kramperova atestou positivo na urina pelos diuréticos hidroclorotiazida e amiloride e pegou seis meses contando de 7 de junho; Já o romeno Adrian Barbu foi identificado com dois anabolizantes não especificados pela WADA e está suspenso desde outubro aguardando a decisão final; O norte-americano Spencer Furman está suspenso pela presença de d-anfetamina, um estimulante não especificado, e aguarda também definição de seu caso desde novembro; Em 6 de janeiro o ucraniano Yurii Dzhavakian aceitou a suspensão prévia por acusar positivo com o estimulante Methylhexanamine, seu exame foi coletado em outubro e por ser um estimulante especificado na lista da WADA, o ucraniano pode pegar pena de dois anos.
A ITF ainda comunicou que as regras determinadas em dezembro de 2017 ainda registram que todos os casos serão públicos dada os informes aos atletas e realizações de contra-provas.

A decisão foi tomada após a polêmica causada pelo caso de Bellucci, que teve seu acordo de suspensão divulgado próximo ao fim.

 

 

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