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Haase lembra 'falso positivo' e sugere mais exames a Nadal

Sábado, 23 de novembro 2013 às 15:51:08 AMT

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Tênis Profissional
O holandês Robin Haase, 43º do ranking da ATP, em entrevista ao jornal local De Volkskrant comentou uma situação em 2006 na qual foi testado ‘positivo’ em um exame do anti-doping, por uma falha hormonal. O holandês sugeriu mais exames aos profissionais.

Haase, que tinha 19 anos à época do falso positivo, contou que teve um exame de urina seu testado positivo para a presença considerável de testosterona. Dias após o exame, o holandês recebeu uma carta da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), informando que era necessário contatar um advogado e realizar uma série de exames nas três semanas subsequentes.

“Eu estava em estado de choque. Só li a primeira página e liguei para o meu médico e ele me pediu para ler as páginas seguintes. Nelas estava explicado que a ATP gostaria de me testar nas duas ou três semanas seguintes”, relembrou o número um do país.

Haase explicou que em caso de identificação de altas taxas hormonais, são realizados uma série de exames em um curto espaço de tempo para a comprovação ou não da infração. Os demais exames do holandês apresentaram o mesmo índice do primeiro e ficou provado que a quantidade de testosterona foi produzida pelo organismo do tenista. “Depois disso não ouvi mais nada. Talvez a WADA me tenha em seus registros, mas como um ‘falso’ doping”, comentou.

O holandés fez questão de ressaltar: "Eu nunca estive com medo de que o teste positivo iria me prejudicar, porque tinha certeza de que eu não me usei doping. Eu sempre digo: olhem a bula e me diga o que devo tomar. Eu testei em 2013 umas 12 vezes, mas acho que no tênis devemos ter esses monitoramentos muito mais focados. Se Nadal vence tudo após o período de lesão de sete meses, ele apenas podia ser testado mais vezes", opinou.
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