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Capitão brasileiro na expectativa para o sorteio da Copa Davis

Terça, 10 de abril 2012 às 19:02:57 AMT

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Tênis Profissional
Nesta quarta-feira (dia 11) será definido o adversário do Brasil no Playoff do Grupo Mundial da Copa Davis. Os jogos estão marcados para os dias 14, 15 e 16 de setembro, e os vencedores dos oito confrontos garantem vaga na 1ª Divisão do torneio, onde o Brasil não participa desde 2003.

O capitão do Brasil, João Zwetsch, e os técnicos Jaime Oncins e Marcos Daniel, que acompanham os jogos do Aberto de Tênis de Santa Catarina são unânimes em afirmar que, não importa o resultado, a expectativa é de um confronto difícil. “Todos os possíveis adversários são uma pedreira”, comenta Zwetsch. Os possíveis candidatos do Brasil são: Alemanha, Canadá, Cazaquistão, Israel, Itália, Rússia, Suécia e Suíça.

No entanto, como jogar em casa, ao lado da torcida e definindo as condições de quadra, altitude e piso, pode fazer a diferença na Davis, a expectativa é que o Brasil seja sede do confronto. Para isso acontecer, os países sorteados tem que ser Itália, Rússia ou Suíça. Se der Cazaquistão ou Israel, haverá sorteio para definir o anfitrião. Em caso de Alemanha, Canadá ou Suécia, as partidas serão na casa do adversário.

Copa Davis é uma competição totalmente diferente do circuito profissional”, ressalta Jaime Oncins, que defendeu o Brasil em 25 confrontos, com 23 vitórias em 37 jogos. “Na Davis, o favoritismo se perde quando se é visitante. E o país sede tem que tirar proveito de poder escolher as condições de jogo”, comentou o atual técnico do português Gastão Elias. “Vamos aguardar o sorteio e contar com a sorte para jogar em casa”, completou.

Marcos Daniel, que defendeu o Brasil em cinco oportunidades, com cinco vitórias em sete jogos, também torce por um confronto em casa. Mas observa que a Suécia pode ser um adversário “menos ruim”. “Mesmo jogando lá, sem o (Robin) Soderling, o time sueco fica mais vulnerável. Mas, não há como escolher, todos os possíveis adversários são pedreiras”, afirmou o atual técnico de Bruno Sant’anna.

João Zwetsch observa ainda que a base do time brasileiro na Davis está definida com Thomaz Bellucci e com a dupla Bruno Soares e Marcelo Melo. “Esta é a espinha dorsal. O nosso tenista número 2, sim, depende das condições do confronto. A ideia, sempre, é ter opções. É ruim ficarmos somente com quatro nomes”, analisou.
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