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Mauresmo: 'Não há nada que impeça Djokovic de jogar Roland Garros'

Quarta, 16 de março 2022 às 11:58:27 AMT

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Tênis Profissional

Nesta quarta-feira a nova diretora de Roland Garros, Amelie Mauresmo, concedeu entrevista coletiva em Paris para falar das iniciativas e preparativos para a próxima edição do Slam parisiense, que será entre 16 de maio e 5 junho.



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Um dos principais assuntos da coletiva de imprensa foi a possibilidade do sérvio Novak Djokovic, atual campeão do torneio, poder defender seu título. Djokovic não está vacinado com nenhuma dose contra a COVID, fato que o impediu de competir no Australian Open em janeiro deste ano e até provocou sua deportação do país da Oceania.

Questionada sobre a participação do sérvio, Mauresmo foi bastante clara: "Neste momento, não há nada que o impeça de voltar às quadras".

Mauresmo faz referência ao fato de que o governo da França extinguiu na última semana a exigência de comprovativo de vacinação contra COVID em duas doses  ou a apresentação de um relatório e/ou documento médico sobre a impossibilidade de aquela pessoa se vacinar para poder entrar em território francês.

Porém, o presidente da Federação Francesa de Tênis (FFT),Gilles Moretton, fez questão de ressaltar que este tipo de decisão pode mudar em relação as circunstâncias e nada têm a ver com o torneio

“Não depende de nós”, disse Moretton. “Hoje há um pequeno vírus que está circulando. Estamos bastante confiantes de que as luzes estão verdes, mas estamos todos cautelosos com o que aconteceu nos últimos dois anos”.

Os diretores também confirmaram que não impedirão que tenistas russos e bielorrussos compitam na próxima edição do torneio, porém, o farão seguindo as determinações já imposta pelas associações profissionais ATP e WTA, corroboradas pela ITF, de que os atletas destes países competirão sem bandeiras ao lado de seu nome e sem a execução de seus hinos nacionais.

"Estamos mantendo essa linha", resumiu Amelie Oudea-Castera, diretora geral da FFT.

Mauresmo também comentou a mudança do sistema de disputa de tie break nos sets decisivos da competição: "Fizemos isso para sermos coerentes com os demais Grand Slams, com o objetivo de melhorar o entendimento dos torcedores, jogadores e meios de comunicação. Os torcedores gostam desse momento televisivo. Além disso, a regra torna mais fácil o trabalho de transmissão televisiva e a programação do torneio"

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