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Djokovic comemora boa atuação: ‘Senti que ditei o ritmo do jogo’

Domingo, 12 de maio 2019 às 19:20:47 AMT

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Tênis Profissional
Em uma grande partida na tarde deste domingo, o sérvio Novak Djokovic ergueu pela terceira vez o troféu do Masters 1000 de Madri, na Espanha. Em coletiva após a partida, o líder do ranking celebrou sua boa atuação.

“Sinto que essa vitória foi muito importante para minha confiança, pois depois do Aberto da Austrália não joguei nem perto do meu melhor, muito menos encontrei meu tênis e minha consistência em Indian Wells, Miami e Monte Carlo. Senti que estava perto e precisava de um empurrão, por assim dizer”, avaliou. “Consegui uma vitória incrível em uma partida muito disputada contra Thiem ontem. Hoje superei Stefanos, que fez uma partida incrível contra Rafa, e acredito que tenha sido um pouco afetado por isso. Acho que ele não se moveu tão bem como na semifinal e provavelmente esteve um pouco cansado”.

Agora, após o título, o foco do sérvio já está em como chegar 100% preparado para Roland Garros. “Obviamente sei como fazer isso estrategicamente com minha equipe, como aumentar a intensidade dos treinos e, portanto, chegar em meu melhor nível nos torneios de Grand Slam. Mas ao mesmo tempo, não gosto de subestimar os Masters 1000. São os maiores torneios que temos no circuito ATP. Realmente gosto de viver o momento e dar meu melhor em qualquer torneio que esteja jogando, qualquer que seja a partida ou o adversário. Mas é certo que os Grand Slams são os que têm maior valor histórico”.

Por fim, o sérvio respondeu a um jornalista que questionou seu posicionamento acerca de um possível duelo com Rafael Nadal em Paris. “Bom, se isso acontecer em Paris, será na final. O caminho até a decisão é muito longo e muitas coisas podem acontecer. É fato certo que ambos podemos perder antes da final. Se isso não ocorrer, é a prova de que ambos estamos em nosso melhor momento. Jogamos esse ano na Austrália, onde não perdi um set até a final e acabei por fazer o que provavelmente foi meu melhor tênis em uma final de Grand Slam. Mas o saibro em Paris contra Rafa é sempre o desafio final. Ele perdeu o que, duas, três vezes na carreira inteira lá? Isso diz bem o tamanho do desafio que é cruzar com ele em Paris”, pontuou.