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Generoso é o Brasil na final dos 16 anos do Banana Bowl

Sexta, 15 de fevereiro 2019 às 23:54:08 AMT

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Tênis Profissional

Os finalistas da categoria 16 anos do Banana Bowl protagonizaram jogos eletrizantes. Entre os meninos, o paraguaio Adolfo Vallejo, cabeça de chave 6, derrotou o brasileiro Richard Gama, cabeça 12, por 7/6(4) e 6/2, e esperou três horas e 10 minutos para conhecer seu adversário, vencedor da partida entre Gabriel Generoso, do Brasil, e o favorito, Gonzales Bueno, do Peru, cabeça 1. Deu Brasil e Generoso deixou a quadra com 3/6, 7/6(3) e 6/4.



No feminino a decisão foi ainda mais longe. A boliviana Fiorella Montño, cabeça 6, venceu a brasileira Valentina Torres da Silva por 6/1 e 6/3 e aguardou quatro horas pela vitória da paraguaia Leyla Risso, cabeça de chave 1, sobre a peruana Alessia Martinez por 7/6 (5), 5/7 e 6/3. As finais serão disputadas netse sábado a partir das 9h, na Techset Academy, na Barra da Tijuca. O Banana Bowl categorias 12, 14 e 16 está sendo realizado pela primeira vez no Rio de Janeiro, um uma parceria da COSAT, CBT e TênisRJ.
 
A final masculina entre Gabriel Generoso e Adolfo Vallejo vai marcar o primeiro confronto entre os dois tenistas. O brasileiro terá uma difícil tarefa após o desgaste da longa partida na semifinal, um jogo que começou em alto nível, sendo que Gonzales Bueno conseguia se impor no placar. A grande virada foi no segundo set, quando Gabriel saiu do jogo, perdia por 5 a 1 e arrancou para a virada, fechando por 7/6. No terceiro set valeu a condição psicológica para determinar a vitória brasileira.
 
“Hoje com certeza minha cabeça foi decisiva para me levar à vitória. Começamos os dois jogando bem e quando deixei escapar e voltar para o jogo. Agora é alongar, descansar e dormir bem”, ressaltou Gabriel, a caminho de sua primeira final no Banana Bowl, na quinta vez que disputa o torneio.
 
O Brasil está fora da final feminina.  Leyla Risso, cabeça de chave 1, confirmou o favoritismo e vai enfrentar Fiorella Montaño, cabeça 6, pelo título.  O favoritismo está ao lado da paraguaia mas as quatro horas dentro da quadra na semifinal são um peso a mais que leva para a final. No mais longo jogo que já disputou na gira sul-americana, a tenista deixou a quadra bastante cansada.
“Foi um jogo muito equilibrado e difícil. Agora só penso em descansar e almoçar porque não comi antes de entrar em quadra. Me mantive concentrada e por isso consegui vencer. Na final vou tentar repetir o mesmo jogo e a mesma disposição”, disse Leyla, que encerrou sua participação no Banana Bowl de 2018 nas quartas-de-final.